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sábado, 26 de setembro de 2026

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China e EUA acertam redução recíproca de tarifas de US$ 30 bilhões

China e EUA acertam redução recíproca de tarifas sobre US$ 30 bilhões e criam diálogo bilateral sobre inteligência artificial.

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China e Estados Unidos chegaram a um acordo para reduzir tarifas sobre US$ 30 bilhões em bens de cada lado e decidiram criar um canal de diálogo sobre inteligência artificial, segundo comunicados divulgados neste sábado (26).

O entendimento faz parte de um consenso de oito pontos alcançado durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Washington, encerrada na sexta-feira (25). O acordo prevê tratamento tarifário mais favorável para produtos considerados não sensíveis.

De acordo com a Casa Branca, a lista inclui produtos agrícolas, pescados, madeira, cosméticos e dispositivos médicos exportados pelos Estados Unidos, além de bens de consumo chineses, como pequenos eletrodomésticos, brinquedos, itens de decoração e cadeirinhas infantis.

Os dois governos também concordaram em operacionalizar conselhos de Comércio e de Investimento. Os mecanismos deverão tratar de barreiras de acesso a mercados e de oportunidades e obstáculos relacionados a investimentos.

Na área de inteligência artificial, China e Estados Unidos estabelecerão um diálogo para discutir riscos e benefícios da tecnologia. Também será criado um canal bilateral de comunicação para incidentes envolvendo sistemas de inteligência artificial, com uma nova rodada de conversas prevista para novembro.

O acordo foi anunciado após os dois países prorrogarem uma trégua comercial que terminaria em 10 de novembro. As partes também decidiram dar continuidade aos entendimentos obtidos em negociações realizadas anteriormente em Kuala Lumpur.

O consenso inclui ainda o apoio mútuo à realização das próximas reuniões de líderes da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) e do G20. Xi e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizaram a intenção de participar dos encontros organizados pelo outro país.

Na política externa, os líderes concordaram que o Irã não deve desenvolver armas nucleares e que nenhum país ou entidade deve cobrar taxas pela passagem em vias navegáveis internacionais.

Fonte: g1

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