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sábado, 26 de setembro de 2026

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Após proibição das bets, MC Ryan ironiza quem deixou o funk pelo ‘tigrinho’

MC Ryan ironiza quem deixou o funk pelo “tigrinho” após o governo proibir bets e cita problemas enfrentados em investigação da PF.

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O funkeiro MC Ryan SP ironizou nesta sexta-feira (25), nas redes sociais, pessoas que passaram a divulgar ou apostar no chamado “jogo do tigrinho” e deixaram o funk de lado. A publicação ocorreu no mesmo dia em que o governo federal proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de bets no Brasil.

Em uma sequência de stories, Ryan afirmou que “acabou a mordomia” e incentivou os seguidores a voltarem ao estúdio. Ele também disse que não divulga o jogo há cerca de um ano e associou a atividade aos problemas que enfrentou após ser alvo da Polícia Federal.

O cantor foi preso em abril de 2026 durante a Operação Narco Fluxo, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e movimentação de recursos ligados a apostas ilegais, rifas digitais e tráfico de drogas. Segundo documentos judiciais citados em reportagens, a Polícia Federal o apontou como possível beneficiário final da estrutura investigada.

MC Ryan deixou a prisão em maio, após decisão da Justiça Federal que revogou a prisão preventiva. Até o momento, ele permanece na condição de investigado, sem condenação pelos fatos apurados na operação.

A Medida Provisória nº 1.394, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e publicada em 25 de setembro de 2026, também alcança jogos online e cassinos virtuais. A norma proibiu novos aportes nas plataformas, estabeleceu prazo até 5 de outubro para a retirada voluntária de saldos e determinou que sites e aplicativos sejam retirados do ar a partir de 6 de outubro.

A medida provisória ainda prevê a retirada de publicidade e de marcas de patrocínio ligadas às apostas até 5 de outubro. O governo também encaminhou ao Congresso um projeto de lei para criminalizar a exploração, a operação e a divulgação de bets, mas a proposta ainda depende de análise dos parlamentares.

Fonte: g1

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