O disco inédito “Na Correnteza”, de Paulo André Barata, foi lançado em Belém nesta sexta-feira (25), quase quatro décadas depois de ser gravado. A data também marca o aniversário de 80 anos do compositor paraense, morto em 25 de setembro de 2023.
O lançamento é acompanhado por um show tributo às 20h30, no Teatro Margarida Schivasappa. Vinte intérpretes vão se revezar no palco para apresentar canções do artista, incluindo faixas do novo álbum.
“Na Correnteza” reúne dez composições de Paulo André Barata com parceiros como o poeta Ruy Barata, pai do músico, além de Paes Loureiro, Alfredo Oliveira e Edyr Proença. O repertório inclui a primeira versão de “Porto Caribe”, canção que ficou conhecida posteriormente como “Eu sou de um país que se chama Pará”.
As gravações foram feitas em 1987, mas o projeto não chegou a ser lançado na época por falta de investimento das gravadoras. A única cópia em fita cassete ficou guardada por quase 40 anos pelo jornalista Edgar Proença, amigo do compositor.
O material passou por limpeza, digitalização e remasterização antes de ser disponibilizado ao público. O álbum foi lançado pelo selo Na Music em plataformas digitais e também em CD. Uma gravação recuperada do fim dos anos 1980 já havia sido anunciada para lançamento em Belém em agosto de 2026. ([romanews.com.br](https://www.romanews.com.br/entretenimento/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-sabado-15-em-belem-0826?utm_source=openai))
Paulo André Barata nasceu em Belém e teve obras como “Pauapixuna”, “Foi Assim” e “Este Rio é Minha Rua” interpretadas por Fafá de Belém. Em 2025, a Assembleia Legislativa do Pará reconheceu a obra do compositor como patrimônio cultural e artístico de natureza imaterial do estado, por meio da Lei nº 11.098. ([alepa.pa.gov.br](https://alepa.pa.gov.br/Comunicacao/Noticia/11070/alepa-reconhece-obra-de-paulo-andre-barata-como-patrimonio-cultural-imaterial-do-para?utm_source=openai))
Fonte: g1 Pará