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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

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CULTURA

Teresa Cristina apresenta show autoral com 23 músicas no Rio

Teresa Cristina apresenta no Rio o show “Tudo que eu tenho”, com 23 músicas autorais e repertório ligado ao novo álbum da cantora.

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Teresa Cristina apresentou na quarta-feira, 23 de setembro de 2026, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, o show “Tudo que eu tenho”, com repertório inteiramente formado por músicas autorais e parcerias da cantora. A apresentação marcou a estreia carioca da turnê iniciada em Salvador, em 19 de setembro. ([salvadordabahia.com](https://www.salvadordabahia.com/eventos/teresa-cristina-apresenta-tudo-que-eu-tenho/?utm_source=openai))

O espetáculo promove o lançamento do álbum “Tudo que eu tenho”, primeiro trabalho de Teresa Cristina composto integralmente por músicas inéditas e autorais. Produzido por Pretinho da Serrinha, o disco foi lançado em 14 de agosto de 2026 e reúne dez faixas, incluindo parcerias com Marisa Monte, Xande de Pilares, Moacyr Luz e Cézar Mendes. ([riotur.rio](https://riotur.rio/evento-calendario/teresa-cristina-no-teatro-riachuelo-rio/?utm_source=openai))

O roteiro apresentado no Teatro Riachuelo alinhou 23 músicas, entre faixas do novo álbum e composições de diferentes fases da carreira da artista, como “Candeeiro”, “Acalanto”, “Pedro e Tereza”, “Cantar”, “Portela”, “Amém” e “Cordão de ouro”. O repertório também incluiu parcerias com nomes como Arlindo Cruz, Marisa Monte, Moacyr Luz e Roque Ferreira.

Teresa Cristina foi acompanhada por oito instrumentistas. A formação reuniu Samara Líbano no violão, João Callado no cavaquinho, Paula Pardón no baixo, Jessica Nepomuceno na bateria, Paulino Dias, Jessica Zarpey e Rodrigo Jesus na percussão, além de Alexandre Caldi no saxofone e na flauta. Samara Líbano também esteve à frente da direção musical do espetáculo. ([rapana.com.br](https://rapana.com.br/salvador/eventos/718-teresa-cristina-e-sambaiana-2026-09-19?utm_source=openai))

Na avaliação publicada pelo blog de Mauro Ferreira, do g1, o show representa a afirmação de Teresa Cristina como compositora e amplia, no samba, a presença de uma mulher à frente de um repertório próprio. A crítica também relaciona esse movimento à trajetória de Dona Ivone Lara e observa que o espetáculo ainda pode ganhar maior variedade cênica.

O bloco final reuniu canções ligadas à espiritualidade afro-brasileira, como “Canto para Ogum”, “Oferendas”, “Oxum” e “Bato pa ó”. No encerramento, Teresa Cristina deixou o palco acompanhada pelos músicos ao som de “Do fundo do nosso quintal”, de Jorge Aragão e Alberto Souza.

Fonte: g1

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