Ir para o conteúdo

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Jornalismo local, independente e responsável

Jornal Diário do Povo

TECNOLOGIA

Meta anuncia Ray-Ban sem câmera por US$ 349 e atualiza modelo com gravação

Meta anuncia óculos Ray-Ban sem câmera por US$ 349 e lança nova geração do modelo com câmera em meio a preocupações sobre privacidade.

Compartilhe
WhatsApp

A Meta anunciou em 23 de setembro, durante o Meta Connect 2026, o Ray-Ban Meta Audio, seu primeiro óculos inteligente sem câmera. O dispositivo combina alto-falantes, microfones e recursos de inteligência artificial para reproduzir músicas e podcasts, atender ligações e interagir com o agente Muse sem o uso das mãos.

Com 43 gramas, o modelo promete até 12 horas de uso com uma carga e até 48 horas adicionais com o estojo de recarga. Os óculos chegam em 23 combinações de cores e lentes, nos estilos Clubmaster e Burbank, e têm preço inicial de US$ 349 nos Estados Unidos.

A pré-venda foi aberta em 23 de setembro, com entregas previstas para 13 de outubro. A Meta informou que os óculos chegarão ao Brasil, mas ainda não divulgou a data de lançamento nem o preço no país.

O Ray-Ban Meta Audio é compatível com o Muse, agente pessoal de inteligência artificial da Meta. Segundo a empresa, o sistema pode ajudar em treinos físicos, acompanhamento de refeições, pesquisas na internet, organização da agenda e compras por comando de voz.

A empresa também apresentou a terceira geração do Ray-Ban Meta, que mantém a câmera. O modelo tem sensor de 12 megapixels, grava vídeos em 3K Ultra HD, oferece até nove horas de bateria e parte de US$ 449 nos Estados Unidos. A Meta afirma que uma luz indicadora avisa quando fotos ou vídeos estão sendo registrados.

Os lançamentos ocorrem após meses de críticas sobre privacidade envolvendo óculos com câmera. No Reino Unido, restaurantes, pubs, teatros e tribunais adotaram restrições ao uso desses dispositivos, enquanto uma ação coletiva na Califórnia acusa a Meta de permitir que imagens sensíveis captadas pelos óculos fossem analisadas por trabalhadores que treinam sistemas de inteligência artificial. Essas alegações são contestadas pela empresa e ainda não representam uma decisão judicial definitiva.

Fonte: g1

Leia também