Um apartamento ligado à empresa da apresentadora Ana Hickmann será leiloado judicialmente em São Paulo para quitar uma dívida de R$ 11,3 milhões. O imóvel fica em Perdizes, na Zona Oeste, e está avaliado em R$ 5,2 milhões. ([esaj.tjsp.jus.br](https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=2S001SKRV0000&processo.foro=100&processo.numero=1178762-12.2023.8.26.0100&utm_source=openai))
O leilão é realizado pela plataforma Alienajud e permanece aberto até as 16h de 8 de outubro de 2026. O lance mínimo corresponde a 80% da avaliação, cerca de R$ 4,16 milhões, sujeito à atualização prevista no edital.
A cobrança tramita na 33ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo e foi apresentada pela empresa Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda. contra a Hickmann Serviços Ltda. e Alexandre Bello Correa. O processo de execução tem valor de R$ 11.309.426,96, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. ([esaj.tjsp.jus.br](https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=2S001SKRV0000&processo.foro=100&processo.numero=1178762-12.2023.8.26.0100&utm_source=openai))
O imóvel é um apartamento garden com 251,5 metros quadrados de área privativa coberta, 156,24 metros quadrados de área descoberta e seis vagas de garagem. A unidade tem três suítes e estava desocupada quando o edital foi elaborado. ([alienajud.com.br](https://www.alienajud.com.br/lote/apto-garden-c-3-suites-em-perdizes-sao-paulo-sp/9248/?utm_source=openai))
A defesa de Ana Hickmann afirma que a assinatura da apresentadora no contrato de empréstimo, firmado em setembro de 2023, foi falsificada. Os advogados dizem que o caso é investigado pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais e que uma perícia grafotécnica foi autorizada para verificar a autenticidade do documento.
Segundo a defesa, o Tribunal de Justiça manteve o leilão, mas determinou que o imóvel não seja transferido ao vencedor até uma decisão definitiva sobre a validade da assinatura. Também há recurso relacionado ao valor da avaliação.
Alexandre Bello Correa nega ter cometido fraude e afirmou, segundo reportagens sobre o caso, que a acusação é uma “fake news”. A validade do contrato e a responsabilidade pelas assinaturas ainda são discutidas na Justiça.
Fonte: g1