A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou em 21 de setembro de 2026 a redução gradual do limite de estrangeiros relacionados por partida nas competições nacionais. A cota, atualmente de nove jogadores, cairá até chegar a cinco em 2030.
Jogadores com dupla cidadania não entram nesse cálculo quando são considerados brasileiros para os torneios. Entre os casos estão Jorginho, Maurício, Rafael Tolói e Walter Kannemann.
Jorginho, do Flamengo, nasceu em Imbituba, Santa Catarina, e se naturalizou italiano após se mudar para o país ainda na adolescência. O volante defendeu a Itália e foi campeão da Eurocopa de 2021.
Maurício, do Palmeiras, nasceu em São Paulo e obteve a nacionalidade paraguaia por causa da ascendência paterna. O meia também viveu no Paraguai durante a adolescência e passou a defender a seleção do país.
Rafael Tolói, do São Paulo, nasceu em Mato Grosso e se naturalizou italiano em 2021, após construir boa parte da carreira na Itália. Já Kannemann, do Grêmio, concluiu o processo de naturalização brasileira em março.
Outros nomes citados são Carlos Coronel, do São Paulo, brasileiro naturalizado paraguaio; Matheus Reis, do Fluminense, mexicano naturalizado brasileiro; Elliasson, do Internacional, sueco-brasileiro; e João Costa, do Cruzeiro, brasileiro naturalizado português.
Fonte: O Globo