Um negócio realizado durante a gestão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, com um empresário próximo a Antonio Rueda, presidente do União Brasil, está sob investigação.
A transação é vista dentro do próprio banco e no Banco Central como um "esqueleto" deixado por Costa e pode ser um capítulo em sua negociação de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.
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