Faltando um mês para a Copa do Mundo, estrelas do futebol vivem realidades distintas. Jogadores se recuperam de lesões, lidam com crises em seus clubes ou atravessam grande fase.
O relógio corre contra o tempo para atletas como Estêvão, do Chelsea, e Arrascaeta, do Flamengo, que buscam recuperação de lesões graves para se apresentar pela seleção. O atacante brasileiro sofreu lesão na coxa direita e o meia uruguaio passou por cirurgia na clavícula. Ambos têm chances reduzidas de disputar o Mundial.
Outros, como Lamine Yamal e Rodri, da Espanha, também lidam com o tempo curto de recuperação após lesões. Yamal trata lesão na coxa esquerda, enquanto Rodri se recupera de problema na virilha. A preocupação com o histórico de lesões do volante do Manchester City aumenta.
A seleção brasileira acompanha Alisson, lesionado na coxa direita, e Raphinha, que voltou de lesão, mas ainda não se sente em sua melhor forma. O Marrocos, adversário do Brasil na estreia, pode não contar com sua estrela Hakimi, lesionado na coxa direita.
Países como Holanda, Turquia, Bélgica e França também veem seus jogadores contundidos às vésperas da Copa. Memphis Depay, Arda Guler, Courtois e até Mbappé são exemplos de atletas com situação indefinida.
Para alguns, o problema não é físico, mas a crise em seus clubes. Mbappé, Valverde e Tchouaméni, do Real Madrid, e João Pedro e Cole Palmer, do Chelsea, buscam a Copa como fuga dos problemas internos. Neymar também vive situação delicada no Santos.
Em contrapartida, Harry Kane vive a melhor temporada da carreira, com 60 gols. Olise, Luis Diaz, Haaland, Julián Alvarez, Gyokeres, Vitinha, Dembelé e Doué também atravessam grande fase. Para eles, a Copa é a coroação de um ciclo vitorioso.