O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reagiu com humor às críticas sobre os altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Durante uma conferência em Beverly Hills, ele ironizou os valores milionários cobrados pela revenda, afirmando que, se alguém pagar mais de US$ 2 milhões por um ingresso para a final, ele pessoalmente oferecerá um cachorro-quente e uma Coca-Cola para garantir uma boa experiência.
Os ingressos para a final do Mundial, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, chegaram a ultrapassar US$ 2 milhões no mercado de revenda. Em abril, quatro entradas atrás do gol foram anunciadas por cerca de US$ 2,3 milhões cada.
Infantino defendeu a política de preços da entidade, argumentando que os valores oficiais são compatíveis com grandes eventos esportivos nos EUA. Ele também apontou que a permissão da revenda nos Estados Unidos pode inflacionar os preços.
O dirigente informou que cerca de 25% dos ingressos da fase de grupos custarão menos de US$ 300, comparáveis ao preço de jogos universitários nos EUA. A discussão sobre os preços também envolveu mudanças nas regras de revenda no Canadá, onde a FIFA se adequou a uma nova legislação provincial para impedir a venda de ingressos acima do valor original em Toronto.