O ex-ministro Fernando Haddad declarou nesta sexta-feira (1º) que as recentes derrotas do governo Lula no Congresso Nacional representam uma "derrota no combate à corrupção". Haddad se referiu à rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e à derrubada do veto ao PL da Dosimetria, que reduz penas relacionadas aos atos de 8 de Janeiro.
Em evento comemorativo ao Dia do Trabalhador, em São Paulo, Haddad opinou que as decisões parlamentares podem indicar um "grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes". O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT citou a imprensa ao afirmar que "analistas políticos" veem essa possibilidade.
O ex-ministro Fernando Haddad declarou nesta sexta-feira (1º) que as recentes derrotas do governo Lula no Congresso Nacional representam uma "derrota no combate à corrupção". Haddad se referiu à rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e à derrubada do veto ao PL da Dosimetria, que reduz penas relacionadas aos atos de 8 de Janeiro.
Em evento comemorativo ao Dia do Trabalhador, em São Paulo, Haddad opinou que as decisões parlamentares podem indicar um "grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes". O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT citou a imprensa ao afirmar que "analistas políticos" veem essa possibilidade.
"Eu lamento se isso tiver acontecido, porque nós estamos sempre precisando passar a limpo determinados escândalos", disse Haddad a jornalistas. Ele ressaltou que a apuração de responsabilidades é um desejo dos cidadãos.
O evento contou com a presença das ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet, pré-candidatas ao Senado. Haddad também comentou sobre a disputa interna pela chapa em São Paulo, envolvendo Marina Silva e Márcio França, e afirmou que um consenso será alcançado nas próximas semanas.
Simone Tebet e Marina Silva também comentaram sobre a conjuntura política e as negociações para as eleições. Tebet elogiou Marina e ressaltou a importância de um acordo em conjunto, enquanto Marina Silva rebateu críticas sobre sua atuação ambiental.