O advogado de Tiger Woods, Douglas Duncan, entrou com um pedido em um tribunal da Flórida para contestar uma intimação da promotoria que exige os registros de medicamentos prescritos do golfista. A ação judicial se refere às acusações de dirigir sob influência de substâncias após um acidente de carro em 27 de março.
A defesa argumenta que os registros médicos são protegidos pelo direito à privacidade e só devem ser divulgados se sua relevância para a investigação for comprovada. Duncan solicitou uma audiência para discutir o caso e pediu que, caso a intimação seja concedida, os registros sejam analisados confidencialmente pelas partes envolvidas e não sejam divulgados a terceiros ou ao público.
Woods, que se declarou inocente das acusações, capotou seu SUV após colidir com um caminhão. A polícia descartou o álcool, mas suspeita do uso de substâncias, encontrando analgésicos opioides em seu bolso. O golfista se recusou a fazer o teste do bafômetro.
Ele enfrenta acusações de dirigir sob influência de substâncias, recusar-se a fazer um teste legalmente exigido e dirigir desatento. Dias após o acidente, Woods anunciou uma pausa na carreira para tratamento e foco em sua saúde, com permissão para deixar o país, e acredita-se que esteja em uma clínica na Suíça. O atleta já passou por múltiplas cirurgias na coluna e pernas.
Fonte: O Globo