A permanência de Gustavo Feijó como diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é alvo de questionamentos nos bastidores. Apesar da renovação iminente do técnico Carlo Ancelotti, Feijó, que ocupa o cargo por indicação política, tem tido pouca participação nas atividades da seleção nos últimos meses.
Relatos indicam um diálogo escasso entre Feijó e Ancelotti sobre planejamento e futebol. A distância geográfica contribui para a situação, já que o diretor raramente comparece à sede da CBF no Rio de Janeiro. Em contrapartida, Feijó tem sido visto em viagens e eventos com a delegação, chegando a se hospedar no mesmo hotel e frequentar o vestiário, o que tem gerado estranhamento entre os atletas.
A CBF afirma que Feijó participa de temas estratégicos, mas informações internas sugerem que ele é informado pela cúpula da entidade, com quem mantém proximidade. O contrato do diretor é válido até a Copa do Mundo de 2026. A CBF não comentou sobre a sua permanência após a possível renovação de Ancelotti até 2030, e Feijó não foi localizado para prestar esclarecimentos.
Fonte: O Globo