A venda de medicamentos em supermercados foi autorizada após sanção presidencial. A medida, que já está em vigor, visa ampliar o acesso e, potencialmente, reduzir preços através do aumento da concorrência. A expectativa é que a nova lei beneficie os consumidores, que poderão encontrar mais opções além das tradicionais farmácias e drogarias. Para atuar, os supermercados precisarão de espaços exclusivos para os medicamentos, com um farmacêutico presente durante todo o horário de funcionamento. A exposição dos remédios não poderá ser próxima a outros produtos. A venda poderá ocorrer diretamente pelo supermercado ou em parceria com farmácias. O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu a lei, argumentando que ela facilitará o acesso e poderá impulsionar uma "guerra de preços" em benefício do consumidor. A iniciativa atende a um anseio de leitores, como Mauricio Costa, de Niterói, que enviou carta ao O GLOBO expressando sua expectativa por preços mais acessíveis.
Fonte: O GLOBO