A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido do PCdoB para afastar o governador do Maranhão, Carlos Brandão. A sigla acusa o governador de descumprir decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o afastamento de auxiliares por nepotismo. A subprocuradora-geral Claudia Sampaio Marques avaliou que não há provas suficientes para comprovar o descumprimento das ordens judiciais. O parecer aponta que a ação do PCdoB tenta transformar uma reclamação judicial em palco para disputas políticas. O caso, com origem em ação movida pelo Solidariedade em 2024, trata da nomeação de 14 pessoas ligadas ao governador para cargos que não têm natureza política. O STF já havia constatado nepotismo e determinado a demissão de parentes de Brandão. A defesa do governador argumenta que as decisões foram cumpridas e que o pedido de afastamento não deve ser analisado pelo STF. Nesta segunda-feira, o Solidariedade pediu a desistência da ação, afirmando que o governo estadual cumpriu as determinações de Moraes.
POLÍTICA
PGR defende governador do Maranhão contra afastamento pedido pelo PCdoB
PGR entende que não há provas suficientes para afastar o governador do Maranhão, Carlos Brandão, em ação movida pelo PCdoB. Caso trata de acusações de nepotismo e descumprimento de decisões do STF.