A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) teve sua eleição relâmpago anulada pela desembargadora Suely Lopes Magalhães. A presidente em exercício do Tribunal de Justiça classificou a votação como uma "manobra" e "desvio de finalidade". Segundo a desembargadora, a Alerj atropelou o Tribunal Regional Eleitoral ao realizar a eleição antes da retotalização dos votos para deputado estadual em 2022. O recálculo é necessário devido à cassação do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar, por envolvimento no escândalo dos cargos secretos. Suely Lopes Magalhães afirmou que a ordem lógica é primeiro retotalizar os votos para garantir a legitimidade da composição da Casa e só então iniciar o processo eleitoral.
POLÍTICA
Desembargadora anula eleição na Alerj e critica "manobra"
Desembargadora anula eleição relâmpago na Alerj e aponta "manobra" e "desvio de finalidade" antes de retotalização de votos.