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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Flávio e Carlos Bolsonaro reagem a críticas por vídeo de pré-candidato dançando enquanto pai está na UTI

Filho de Jair Bolsonaro, Flávio rebate críticas por dançar em ato político enquanto o pai está na UTI. Carlos Bolsonaro defende o irmão e critica opositores.

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Flávio e Carlos Bolsonaro reagem a críticas por vídeo de pré-candidato dançando enquanto pai está na UTI

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, respondeu neste sábado (15) às críticas por ter participado de um ato político em Rondônia, dançando e interagindo com apoiadores, enquanto seu pai, Jair Bolsonaro, estava internado em Brasília. Flávio compartilhou vídeos do evento de lançamento da pré-candidatura de Marcos Rogério em Ji-Paraná e afirmou que o pai ficou "feliz" com a mobilização.

"Fazendo o que meu pai, Jair Bolsonaro, pediu: 'Leve esperança ao povo brasileiro!'", escreveu Flávio, que disse ter ido direto para o hospital após a agenda no estado.

Imagens do ato circularam nas redes sociais, gerando comentários de opositores.

Jair Bolsonaro, que em janeiro deste ano foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia pelo Supremo Tribunal Federal, está internado em Brasília desde sexta-feira (14) com broncopneumonia.

Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, também defendeu o irmão. Ele ressaltou a união da família para "honrar e preservar" Jair Bolsonaro e criticou aqueles que, segundo ele, trabalham para "derrubar" o indicado pelo pai na corrida presidencial.

"A organização criminosa defendida pelo sistema, seguindo o mesmo modus operandi de sempre, agora tenta imputar ao meu irmão que estaria 'celebrando' enquanto nosso pai está na UTI", disse Carlos, afirmando que a intenção é "denegrir de forma proposital e calculada".

Boletim médico divulgado neste domingo (16) pelo DF STar informa que Jair Bolsonaro "permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (...) em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração". O documento aponta melhora clínica e da função renal, mas com elevação dos marcadores inflamatórios, o que levou à necessidade de ampliar a cobertura de antibióticos. Não há previsão de alta da UTI.

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