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Antônio Furlan (PSD), prefeito de Macapá, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (5), após ser afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suspeitas de fraude em licitações na Secretaria Municipal de Saúde. Endereços ligados a Furlan e ao vice-prefeito, Mario Neto (MDB), foram alvos de mandados de busca e apreensão. A renúncia visa, segundo informações da Globo News, evitar a cassação do mandato e viabilizar a pré-candidatura de Furlan ao governo do Amapá. Em vídeo divulgado após a operação, Furlan anunciou sua pré-candidatura ao governo do estado, alegando ser alvo de "ataques e perseguições" sem mencionar a ação policial. Entenda a Operação Paroxismo: A segunda fase da operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém e Natal. A PF investiga um esquema criminoso que envolve agentes públicos e empresários no direcionamento de licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em obras do Hospital Geral Municipal. O contrato para a obra, de maio de 2024, é de R$ 69,3 milhões. Recentemente, Furlan filiou-se ao PSD, em evento com o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Furlan foi reeleito em 2024 com 85,08% dos votos válidos. Fonte: G1.