A National Collegiate Athletic Association (NCAA) vive uma revolução econômica que abre portas para retornos inusitados. Jogadores com experiência na NBA agora tentam voltar ao circuito universitário americano, impulsionados pelas novas regras de exploração comercial de direitos de imagem (NIL).
Essa mudança transformou o basquete universitário em um mercado milionário. Atletas buscam não só projeção para o Draft da NBA, mas também oportunidades financeiras antes mesmo de se profissionalizarem.
O pivô nigeriano James Nnaji, draftado em 2023 pelo Detroit Pistons, optou por jogar na Universidade de Baylor, apesar de já ter histórico profissional. A decisão gerou debates sobre a integridade do sistema.
O armador Amari Bailey, de 21 anos, ex-UCLA, elevou a questão a outro patamar. Após disputar dez jogos na NBA pelo Charlotte Hornets e acumular cerca de US$ 565 mil em salários, Bailey busca reativar sua elegibilidade universitária para disputar mais um ano na NCAA.
Com agente e advogado, Bailey explora brechas no regulamento. "Não pretendo ter 27 anos e seguir jogando como universitário. Mas eu já fui profissional, aprendi muito. Isso não é uma manobra publicitária", declarou à ESPN, afirmando querer provar sua capacidade de liderar uma equipe à vitória.