Na última terça-feira (10), Angélica compartilhou reflexões sobre a exposição do namoro de seu filho, Benício Huck, com a influenciadora Duda Guerra, durante o videocast “Conversa vai, conversa vem”, apresentado por Maria Fortuna. A apresentadora, conhecida por sua conexão sincera com o público, relatou como sua família tem lidado com a repercussão e as discussões sobre relacionamentos em um mundo cada vez mais interconectado.
Dialogando sobre exposição e relacionamentos
Angélica revelou que as discussões sobre o relacionamento de Benício e Duda já estavam em pauta dentro de casa há cerca de um ano. A situação se intensificou após a crise nas redes sociais durante o término do casal, que, segundo a apresentadora, não surpreendeu quem estava próximo a eles. “A gente já conversava sobre todos esses assuntos, já que estão ficando mais expostos. Quando aconteceu, em algum lugar teve um: ‘Falei que isso ia acontecer’”, contou Angélica, reconhecendo o desafio que é equilibrar a vida pública com a privacidade familiar.
A apresentadora enfatizou a importância de ter um diálogo aberto com os filhos, permitindo que eles tomem suas próprias decisões sobre a exposição que desejam ter. “A gente sempre protegeu as crianças desde pequenos, de muita exposição. Fazia foto, mostrava os bebês e, pronto, sumiu”, disse, destacando que cada um dos filhos agora está em um momento de decidir o quanto querem aparecer nas redes sociais.
A repercussão nas redes sociais e o impacto no aprendizado familiar
Angélica também expressou sua preocupação com a maneira como os jovens interagem nas redes sociais, observando um padrão de rivalidade feminina entre meninas que se envolveram na polêmica. Segundo ela, este comportamento reflete estruturas antigas da sociedade que perpetuam a rivalidade e a competição entre as mulheres. “Olha só, isso que não dá pra acontecer com você. Olha como é ruim para a mulher estar nesse lugar, não é bacana”, relatou Angélica, ao compartilhar como utiliza essas situações para educar sua filha, Eva.
Por meio dessas conversas, Angélica procura ensinar sobre sororidade e igualdade, tendo como objetivo preparar seus filhos para uma vida mais consciente e empática. “O patriarcado tem essa ferramenta. Como faz para botar fogo no parquinho? Colocar mulheres umas contra as outras. E é horrível isso. A gente fala tanto de sororidade”, enfatizou, ressaltando a necessidade de um apoio mútuo entre as mulheres.
Considerações finais e aprendizado coletivo
Para Angélica, a situação envolvendo o namoro de seu filho também representou um aprendizado coletivo. Em tempos de redes sociais, onde a exposição é quase inevitável, aprender a lidar com a opinião pública se torna essencial. “Benício já estava acolhido pela família havia meses e isso serviu de aprendizado para todos nós”, concluiu.
As reflexões de Angélica ilustram a complexidade de ser uma figura pública enquanto se busca proteger a vida pessoal da família. E, ao longo de suas declarações, a apresentadora demonstra que, apesar das dificuldades, a comunicação e o apoio mútuo são fundamentais para navegar por essa nova realidade.


