Brasil, 15 de dezembro de 2025
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Vatican prepara filme sobre a investigação do santo de João Paulo II

Filme religioso com Mark Ruffalo retrata papel do promotor de fé na canonização do papa João Paulo II

Um novo filme ambientado no Vaticano, inspirado em uma história real, está em produção e deve estrear em 2026, conforme divulgou a Variety. A narrativa acompanha o Padre Joseph Murolo, um sacerdote americano designado pelo Vaticano como “advocatus diaboli” na investigação sobre a vida e a canonização do Papa João Paulo II.

Foco na investigação da santidade de João Paulo II

Situado após a morte do pontífice, o filme “Santo Subito!” explora a atuação de Murolo, interpretado por Mark Ruffalo, conhecido por seu papel como Bruce Banner nos filmes dos Vingadores. Segundo o roteiro, o padre deve garantir que nada comprometa a canonização de Karol Wojtyla, o primeiro papa não italiano em 450 anos, ao entrevistar candidatos e testemunhas.

A trama promete mergulhar em um “labirinto moral” que colocará à prova a fé do personagem, enquanto ele navega por questionamentos éticos e espirituais, enfrentando desafios que testam suas convicções.

Início das filmagens e contexto histórico

As filmagens estão previstas para começar em 9 de março de 2026, em locais na Itália e na Polônia. O projeto foi descrito pelo co-produtor Nicolas Brigaud-Robert como uma investigação autêntica do mundo do Vaticano e de sua relação com a fé e os valores fundamentais.

O papel do advogado do diabo, ou “advocatus diaboli”, era uma figura estabelecida na canonização da Igreja Católica, responsável por revisar rigorosamente a vida, virtudes e milagres atribuídos aos candidatos à santos. Em 1983, o papa João Paulo II reformou essa função através da constituição Divinus Perfectionis Magister, mudando o papel do promotor de fé para uma função mais colaborativa de coleta e verificação de evidências.

Implicações para o retrato da Igreja e da fé

Além do aspecto dramático e investigativo, o filme deverá oferecer uma visão profunda sobre os bastidores do Vaticano e o processo de canonização, trazendo à tona debates históricos e espirituais. A produção promete uma narrativa envolvente que “não deixará o público indiferente”, segundo afirma Brigaud-Robert.

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