Brasil, 9 de dezembro de 2025
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Governo propõe aumento do teto de imóvel no Minha Casa Minha Vida

Meta é permitir financiamentos de imóveis mais caros para famílias de baixa renda, ampliando acesso à casa própria

O governo federal deve apresentar uma proposta ao Conselho Curador do FGTS nesta terça-feira (11) para elevar o teto de financiamento de imóveis no programa Minha Casa Minha Vida. A medida visa permitir que famílias de renda mais baixa possam adquirir imóveis de valor maior, refletindo o aumento dos custos no setor de construção civil.

Alteração no limite de valor dos imóveis

Segundo informações do governo, o valor máximo do imóvel para quem tem renda familiar bruta de até R$ 4.700,00 por mês poderá subir de R$ 264 mil para R$ 275 mil, de acordo com o município. Essa mudança amplia as possibilidades de contratação para as famílias das Faixas 1 e 2, que representam os públicos com menor renda.

Razões para a mudança

Integrantes do governo argumentam que o ajuste é necessário devido ao aumento de custos no setor de construção. “A elevação do teto permitirá que mais famílias tenham acesso à casa própria, considerando o cenário atual de inflação e valorização imobiliária”, afirmou uma fonte do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Reunião do Conselho Curador do FGTS

A proposta será discutida na reunião prevista para esta manhã, com a presença de representantes do governo, empregadores e trabalhadores. A decisão será essencial para definir os novos limites de financiamento no programa habitacional.

Pacote de estímulo ao setor imobiliário

O aumento no teto dos imóveis faz parte de um pacote de medidas do governo para dinamizar o setor imobiliário, que inclui a criação de uma nova linha de crédito voltada para a classe média. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o valor máximo de financiamento no SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, ampliando o acesso ao crédito.

Perspectivas futuras

Se aprovada, a mudança deve facilitar a aquisição de imóveis mais valorizados por famílias de baixa renda, ajudando a impulsionar o mercado imobiliário e a geração de empregos no setor. A expectativa é que a nova regra entre em vigor nas próximas semanas, após a aprovação formal no Conselho.

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