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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Minha primeira vez assistindo "Crepúsculo": todos os pensamentos

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Olá, sou Kelley, amante do outono, mas não fã de coisas assustadoras ou assustadiças. Por algum motivo, achei que "Crepúsculo" fosse uma dessas histórias. Talvez porque nunca assisti ao filme nem li os livros, mesmo tendo amigos que fizeram ambos. Até então, só tinha visto memes e sketches de Saturday Night Live relacionados com vampiros, além de imagens de jogadores de beisebol vampiros. Mas agora, decidi assistir ao filme pela primeira vez e compartilhar meus pensamentos.

Primeiras impressões e confusões

Minha primeira reação foi: "Phoenix nunca pareceu tão azul assim". Por que o pai da Bella estaciona na frente da casa, se a rua tem uma entrada de carro ao lado? E, claro, aparece Jacob, o lobisomem! Eu sabia que ele era um personagem importante, mas achei que só surgiria nos sequências. Além disso, fiquei curiosa: os lobisomens também estão nesse filme?

Pessoas, vampiros e comportamentos estranhos

Quando Edward entra na história, a minha cabeça explodiu: ele realmente vai para a escola? Pensava que ele morasse no meio do bosque, não numa cidade. E, sério, o cheiro de Bella é como uma bomba, só que só para vampiros? Ela comeu alho no almoço? Além disso, um telefone público em 2008? Saudades dessa época!

Edward e sua família vampira—que, a julgar pelos olhos que brilham, são mais que humanos com dentes pontudos—me impressionaram. Eles parecem ter uma espécie de superpoder, incluindo leitura de mentes e uma força absurda. E o que é essa história de glowy eyes? Parece até Superman em uma versão sombria.

Cena após cena de confusão e humor involuntário

Ao longo do filme, me peguei rindo alto de cenas que parecem absurdas, como Bella tentando entender por que Edward a cheira como uma droga, ou a insistência dele em ficar em silêncio sobre sua verdadeira natureza. E ela, por sua vez, muito apaixonada, parece se entregar a toda hora a encontros perigosos na floresta — afinal, ela conhece Edward há um pouquinho de tempo, né?

Sou especialmente fã do momento em que Bella quase é mordida no gazebo, e do intenso clima de romance que, na minha cabeça, é um pouco inapropriado, dado o interesse de Edward por uma garota que deveria ter 17 anos, enquanto ele... acho que é mais velho que a Casa Branca.

Questões de lógica e detalhes que não fazem sentido

Uma das partes mais engraçadas foi fazer as contas do envelhecimento de Edward. Se ele tinha 17 em 1918 e estamos em 2008 no filme, ele deveria ter aproximadamente 107 anos. Isso não é uma diferença de idade um pouco problemática?

Além do mais, a casa dos Cullen parece cara demais para o trabalho de um único médico numa cidade pequena. E o fato de todos parecerem tão bem relacionados — o pai, o vampiro criador, o médico do necrotério — faz eu suspeitar que a cidade inteira é uma espécie de base vampírica escondida.

Conclusão — seria bom continuar ou parar por aqui?

Depois de tantas cenas confusas, adolescentes apaixonados, mal-entendidos e vampiros mega poderosos, fico na dúvida se devo avançar para os próximos filmes. A sensação é que cada cena tem um quê de insanidade controlada, misturado a um romance adolescente cheio de diálogos que parecem saídos de um livro mal escrito, mas que, de alguma forma, conquistaram uma geração.

Deixe nos comentários se você também acha que devo maratonar a saga completa ou se já tive o suficiente de vampiros, lobisomens e sparkling styles!

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