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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Política

Marjorie Taylor Greene defende “divórcio nacional” após assassinato de Charlie Kirk

<p> A congressista republicana sugere separação de estados "vermelhos" e "azuis" como solução para a polarização dos EUA</p>

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Na segunda-feira, a deputada Marjorie Taylor Greene (R-Ga.) declarou em uma postagem no X que os Estados Unidos precisam de um “divórcio nacional”, após a morte de Charlie Kirk e a forte polarização política no país. A congressista afirmou que a nação “está longe demais e dividida demais” para diálogo com o lado oposto.

Incidente e clima de polarização

Greene criticou duramente o que chamou de \\"assassinato\\" de Charlie Kirk, ativista e comentarista conservador, e afirmou que o episódio refletiu o extremo grau de hostilidade entre os grupos políticos. "Eles assassinaram o nosso cara que dialogava pacificamente, e milhões no lado esquerdo celebraram, deixando claro que querem todos nós mortos", escreveu a congressista.

Proposta de um “divórcio pacífico”

Reiterando sua proposta de separação, Greene defendeu que os Estados Unidos deveriam se dividir em “estados vermelhos” e “estados azuis” para reduzir o papel do governo federal. A ideia, pela primeira vez exposta em 2023, levanta preocupações de que possa ser uma proposta de uma espécie de “guerra civil light”.

Reações e contexto

Muitos analistas e dirigentes políticos consideram que a sugestão de Greene reforça a crise de polarização no país. A ideia de separar os estados por cores partidárias gerou debates acalorados sobre as possibilidades reais e os riscos de uma fragmentação maior do sociedade americana.

Segundo especialistas, o clima de violência política e a retórica extrema contribuem para o aumento da tensão, dificultando diálogos construtivos e a busca por soluções unificadoras.

Consequências e desdobramentos

O posicionamento de Greene intensifica a polarização nos EUA, alimentando o debate sobre o grau de divisão que o país suporta atualmente. Ainda não há indicações concretas de que a proposta de “divórcio” seja levada adiante, mas ela reflete a crescente radicalização de certos segmentos políticos.

Para ler mais, acesse a matéria original no HuffPost.

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