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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Polêmica: Por que pessoas falam sobre bruxas do Etsy e Charlie Kirk antes do tiroteio fatal

<p> Dois dias antes do tiroteio fatal de Charlie Kirk, uma matéria satírica sobre bruxas do Etsy gerou debate na internet</p>

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Antes do violento ataque a Charlie Kirk, ativista conservador, ocorrido na Universidade de Utah, uma reportagem publicada pela Jezebel despertou discussões sobre o impacto de conteúdos satíricos na web. A matéria, que abordava bruxas vendendo feitiços no Etsy, foi interpretada por alguns como uma provocação relacionada ao episódio trágico.

Contexto da matéria sobre bruxas do Etsy e Charlie Kirk

A reportagem de Jezebel, intitulada "We Paid Some Etsy Witches to Curse Charlie Kirk", publicada em 8 de setembro, fazia uma análise bem-humorada sobre vendedores de feitiços na plataforma Etsy. A autora deixou claro que a peça tinha tom satírico e que não desejava causar dano real ao ativista. Segundo o presidente da Paste Media Group, Josh Jackson, a intenção era explorar o fenômeno de campanhas de feitiços online, não incitar violência.

"O artigo foi uma exploração satírica sobre pessoas vendendo feitiços no Etsy, como resposta às retóricas de Kirk ao longo dos anos", afirmou Jackson à Variety. "Ela deixou claro que não desejava mal algum ao Kirk." A matéria reproduzia desejos humorísticos como fazer seu microfone de podcast falhar ou suas blusas ficarem pequenas.

O episódio e a reação da Jezebel

Na publicação, a autora revelou ter comprado um feitiço cuja previsão de efeito era entre duas e três semanas. Além disso, a escritora enfatizou que seu objetivo era algo inofensivo, apenas uma forma de humor negro.

Contudo, após o episódio que resultou na morte de Kirk, a plataforma zarpou uma nota oficial condenando veementemente a violência. A Jezebel ressaltou que a reportagem tinha propósito satírico e que não apoiava qualquer ato violento — uma mensagem reforçada por Jackson em entrevista à Variety.

O caso com feitiços e a dúvida sobre bruxas do Etsy

Outro episódio curioso envolve uma fã dos Seattle Mariners que alegou ter ajudado a equipe a superar uma sequência de derrotas com o auxílio de uma bruxa do Etsy. Essa narrativa peculiar trouxe questionamentos sobre a real existência de bruxas vendendo feitiços online e a eficácia dessas práticas.

Apesar do tom satírico da reportagem, muitos internautas se perguntam se as bruxas do Etsy são apenas uma brincadeira ou se há algo mais por trás dessas histórias. Especialistas ressaltam que a maioria dos feitiços vendidos na plataforma trata-se de produtos simbólicos e de entretenimento.

Repercussões e reflexões

A publicação da Jezebel gerou ainda debates sobre os limites entre humor, provocação e impacto social, especialmente em tempos de grande polarização política. A tragédia reforça a necessidade de responsabilização pelo conteúdo online, mesmo que satírico.

Para entender melhor o episódio, leia a matéria completa da Jezebel aqui.

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