Brasil, 25 de janeiro de 2026
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Jasmine Crockett acusa Trump de destruir provas relacionadas a Epstein

Deputada americana sugere que presidente Donald Trump estaria apressando a destruição de evidências do caso Epstein

A deputada democrata Jasmine Crockett, representante pelo Texas, fez uma denúncia impactante contra o presidente Donald Trump, acusando-o de estar destruindo evidências relacionadas aos arquivos do caso Jeffrey Epstein. Crockett afirmou que o governo pode estar se preparando para apagar provas antes do retorno ao Congresso em setembro.

Acusações sobre destruição de provas no caso Epstein

Durante uma entrevista com o influenciador digital Russell Ellis, conhecido como Jolly Good Ginger, Crockett declarou que a administração Trump estaria apagando documentos relevantes sobre Epstein. “Eles podem estar engajados em destruir evidências, especialmente após a decisão de cessar as sessões do Congresso por cinco semanas até setembro”, afirmou Crockett, que sugeriu que há um esforço deliberado para ocultar informações.

As afirmações surgem num momento em que a Câmara dos Estados Unidos, sob liderança do republicano Mike Johnson, decidiu pausar várias investigações, incluindo uma votação bipartida que buscava liberar arquivos secretos ligados a Epstein. A decisão de encerrar as atividades até o próximo mês tem sido criticada por opositores, que alegam tentativas de blindar figuras poderosas.

Controvérsia sobre o manejo dos arquivos de Epstein

Trump e a procuradora-geral Pam Bondi vêm sendo alvo de críticas após a divulgação de um memorando do FBI e do Departamento de Justiça que aponta que a morte de Epstein, em 2019, foi suicídio, além de negar a existência de uma suposta “lista de clientes” que ele teria. Bondi, aliás, afirmou anteriormente que tal lista estaria em sua mesa, uma declaração que gerou controvérsia.

O caso gerou forte repercussão entre apoiadores de Trump, muitos dos quais passaram a questionar a transparência do governo. Segundo fontes, há uma preocupação crescente de que autoridades possam estar escondendo evidências de possíveis redes de abuso e conluio.

Supostas tentativas de apagar provas em outros episódios

Crockett também relembrou a operação do FBI na residência de Trump em Mar-a-Lago em 2022, em busca de documentos confidenciais. Ela acusou o presidente de estar querendo destruir provas relacionadas àquele episódio, no qual ele foi indiciado, mas o processo foi posteriormente arquivado.

“Lembram-se das fotos dos documentos secretos escondidos na privada, na suíte de Mar-a-Lago? Parece que tudo não passa de uma tentativa de apagar evidências”, afirmou a deputada.

Reações e contexto político

A administração Trump tentava abrir os arquivos do caso Epstein por meio de tribunais, solicitando a liberação de transcrições de grandes júri, mas suas reivindicações foram rejeitadas. Além disso, busca contato com Ghislaine Maxwell, co-condenada de Epstein, atualmente cumprindo 20 anos de prisão, para obter informações que possam prejudicar figuras poderosas.

Na crítica, Crockett concluiu: “Querem nos convencer de que tudo isso é normal, que há transparência. Mas, na prática, estamos diante de uma tentativa de esconder fatos que podem revelar uma rede de abuso e corrupção de altas teorias.”

Esta denúncia ocorre em um momento de intensas cobranças por transparência na investigação de Epstein, após várias tentativas de limitar o acesso às informações necessárias ao público. A controvérsia também reacende debates sobre o uso de documentos secretos e o papel do governo na proteção de figuras influentes.

Para ler mais detalhes sobre o caso, acesse a matéria original na HuffPost: HuffPost.

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